Tudo Sobre o Pênis

Descubra como Funciona o Pênis do Homem seus principais problemas e soluções.

10/3/10

Tamanho do Pênis

Um pênis com 8cm ou mais é considerado normal, à partir desse tamanho já é possível fecundar, dar e sentir prazer sexual. Embora a média brasileira seja acima dos 12cm, muitos homens se preocupam com o tamanho do pênis, talves por não seberem que isso não é tão importante ou por preconceitos puramente machistas.

 

 

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Disfunção Erétil

Disfunção erétil, antigamente chamada de impotência sexual, é o nome que se dá à incapacidade de manter uma ereção do pênis para uma satisfatória relação sexual.

Causas da Disfunção Erétil

A disfunção erétil pode ter origem em diversos fatores, sejam eles físicos ou psicológicos. Muitas vezes é uma combinação de ambos. Causas da disfunção erétil:

Psicologia

É comum os homens ficarem frustrados quando possuem uma disfunção erétil, especialmente os mais jovens. A psicologia visa fazer com que o paciente que tem disfunção erétil não se frustre.

Causas Físicas

Cirurgia: Intervenções cirúrgicas do intestino grosso, do reto ou da próstata e tratamentos de radioterapia na área pélvica podem danificar os nervos e os vasos sanguíneos e causar problemas de disfunção erétil. 

Problemas Vasculares: A arteriosclerose (endurecimento das artérias), derrame cerebral, fumo, hipertensão, problemas cardíacos e colesterol elevado são fatores que afetam a entrada e a saída do fluxo de sangue do pênis. A doença vascular é geralmente a causa mais comum da disfunção erétil. 

Doenças Nervosas: Os problemas neurológicos incluem: lesão da medula espinhal, esclerose múltipla e degeneração dos nervos, derivados do diabetes ou do excesso de álcool. 

Diabetes: O diabetes pode causar lesão dos nervos (neuropatia) e dos vasos sanguíneos (arteriosclerose) que levam o fluxo sanguíneo ao pênis. Dois em cada três homens com diabetes podem sofrer de disfunção erétil. 

Doenças Crônicas: Ao ser diagnosticada uma doença crônica, consulte o seu médico e pergunte-lhe se esse problema pode afetar a sua saúde sexual. 

Problemas Hormonais: Baixos níveis de hormônio podem causar disfunção erétil. 

Efeitos Secundários dos Medicamentos: Existe uma vasta gama de medicamentos que podem originar problemas de Disfunção Erétil. Se estiver sendo medicado, e tiver problemas de ereção, pergunte ao seu médico sobre os possíveis efeitos secundários da medicação e quais as possíveis alternativas para solucionar o(s) problema(s).Um dos exemplos são os remédios contra a queda de cabelo.

 

Fatores Relacionados com o Estilo de Vida

Álcool: A utilização excessiva (ainda que seja uma cerveja por dia) de bebidas alcoólicas pode reduzir imediatamente a capacidade de manter uma ereção satisfatória. A longo-prazo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode causar desequilíbrios hormonais constantemente. 

Fumo: O uso abundante e/ou por um grande período de cigarros, charutos, etc., pode levar o usuário à disfunção erétil. Segundo o Dr. Carlos Manuel de Carvalho (Vida Integral, maio de 1992, pág. 18), com base em publicações internacionais, o fumo é a principal causa de Disfunção Erétil. Isso ocorre pela diminuição da pressão sangüínea na região peniana.

Tratamento

O tratamento para disfunção erétil é individualizado de acordo com a causa apresentada pelo individuo - se de origem psicológica ou resultante de uma disfunção orgânica. Entre as opções disponíveis temos: 

Medicamentos Orais: Os inibidores da fosfodiesterase 5 (PDE5) são uma classe de medicamentos orais (ex.: vigaplus,viagra, cialis). Apresentam-se como terapêuticos de primeira linha e uma possibilidade relativamente nova para o tratamento da disfunção erétil. Sendo que o VigaPlus não apresenta efeitos colaterais.

Aconselhamento Sexual / Terapia Sexual: Consultas com um psicólogo ou psiquiatra podem ajudá-lo a identificar, a compreender e a lidar com os problemas sexuais, bem como aprender a controlar as situações de stress durante o ato sexual, a aumentar os estímulos e focar a atenção no prazer e na intimidade do casal. 

Autoinjeção Peniana: Medicamento que ao ser injetado pelo doente na parte lateral do pênis, antes da atividade sexual, vai aumentar o fluxo sanguíneo no membro e permitir sua ereção. 

Terapia Intra-uretral: Cápsula de um medicamento que ao ser inserida na uretra aumenta o fluxo sanguíneo.

Prótese Peniana: A colocação de prótese peniana é sugerida ao doente quando nenhum dos outros tratamentos foi bem sucedido. É mais indicada para disfunção erétil de fundo orgânico, como diabetes, quando medicamentos orais ou injetáveis não são eficazes. A prótese peniana é um dispositivo inserido no pênis através de cirurgia. Estas proteses são constituídas de dois cilindros sintéticos que são colocados dentro dos tubos naturais que o pênis tem e que são conhecidos como corpos cavernosos de tal forma a ocupar 70% do espaço nestes corpos. Resta portanto, às mesmas artérias, que antes precisavam encher de sangue todo o cilindro cavernoso, o trabalho de preencher tão somente 30% do mesmo, tornando a ereção facilitada.

 

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Priapismo

Priapismo é uma condição médica geralmente dolorosa e potencialmente danosa na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido, apesar da ausência de estimulação física e psicológica. A ereção dura em média 4 horas, e pode levar à impotência sexual definitiva. O priapismo é uma emergência médica e o recomendando é procurar atendimento de emergência prontamente.

Causas

Os mecanismos que causam o priapismo são pouco compreendidos mas envolvem complexos fatores neurológicos e vasculares. O priapismo pode estar associado a distúrbios hematológicos, especialmente a anemia falciforme e outras condições como a leucemia, talassemia e doença de Fabry, e distúrbios neurológicos como lesões e traumas à medula espinal (o priapismo já foi relatado em vítimas de enforcamento). O priapismo também pode ser causado por medicamentos. Os medicamentos mais comuns que causam priapismo são as injeções intracavernosas para o tratamento da disfunção erétil (papaverina, alprostadil). Outros grupos relatados são os antihipertensivos, antipsicóticos (por exemplo chlorpromazina, clozapina), antidepressivos (mais notavelmente a trazodone), anticoagulantes, e drogas recreacionais (álcool e cocaína).

Complicações

As potenciais complicações incluem isquemia, coagulação do sangue retido no pênis (trombose) e o dano aos vasos sanguíneos do pênis podem resultar em disfunção eréteis ou impotência no futuro. Em casos mais graves, a isquemia pode resultar em gangrena, o que pode fazer com que a remoção do pênis seja necessária.

Tratamento

O tratamento do priapismo necessita de atendimento médico urgente. No caso da lesão venosa, a primeira conduta é puncionar o pênis para aspirar o sangue que se encontra estagnado dentro de pênis e pela mesma punção, introduzir substâncias como noradrenalina que ajudariam na detumescência (regressão da ereção) peniana. Caso essa manobra não solucione o problema, há necessidade de intervenção cirúrgica, para se criar uma comunicação de escape do sangue (chamada de shunt) e com isso, permitir a saída do sangue estagnado no interior do pênis. Na lesão arterial, muitas vezes a ligadura cirúrgica da artéria sangrante ou a obstrução dessa artéria por cateterismo (embolização), resolve o problema.

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Orgasmo

O orgasmo é a conclusão do ciclo de resposta sexual que corresponde ao momento de maior prazer sexual. Pode ser experimentado por ambos os sexos, dura apenas breves segundos e é sentido durante o ato sexual ou a masturbação causando uma intensa excitação das zonas erógenas genitais. O orgasmo pode ser detectado com a ejaculação na maioria das espécies de mamíferos masculinos. O orgasmo é caracterizado por intenso prazer físico, controlado pelo sistema nervoso autônomo, acompanhado por ciclos de rápidas contrações musculares nos músculos pélvicos inferiores, que rodeiam os órgãos sexuais e o ânus, sendo frequentemente associados a outras acções involuntárias, como espasmos musculares em outras partes do corpo, um sensação geral de euforia e, com freqüência, vocalizações. A ausência do orgasmo de forma continua é considerado uma doença denominada de anorgasmia. Na espécie humana, de maneira geral, tanto homens quanto mulheres podem sentir o orgasmo: nos homens, apresenta-se como um pico rápido de excitação seguido de ejaculação, e rápida queda na sensação de prazer; nas mulheres, pode consistir de um período mais extenso de sensação de prazer, pontuado por alguns picos de prazer (muitas vezes chamado de orgasmo múltiplo), mais intenso que nos homens, com decréscimo destas sensações mais lento do que nos parceiros. Nas mulheres, ainda, pode haver contrações musculares que causam expulsão de líquido através da vagina, caracterizando a ejaculação feminina. É um período que grande relaxamento e queda da pressão arterial, devido à liberação da prolactina. Além de redução, temporária, das atividades do córtex cerebral.

Conseguir orgasmo

O orgasmo é atingido após a estimulação direta ou indireta do pênis ou do clitóris. Esta estimulação pode ser causada pela atividade sexual, masturbação, sexo oral, sexo não penetrativo, vibrador, ou por eletroestimulação. Qualquer estimulação sexual do pênis ou clitóris pode eventualmente resultar em um orgasmo, mas este também pode ser atingido pela estimulação de outras zonas erógenas, na ausência de estimulação física, pode-se chegar ao orgasmo através de estimulação psicológica (como na polução noturna).

Múltiplos orgasmos

Orgasmos múltiplos ocorrem em alguns casos onde a mulher não tem um período de refração, ou ele é muito curto e, portanto, experimenta-se um segundo orgasmo logo após o primeiro; algumas mulheres podem até ter uma sequência de orgasmos consecutivos. Para algumas mulheres, o clitóris e os mamilos ficam muito sensíveis após o clímax, ocasionando que estimulações adicionais possam ser dolorosas. inspirações profundas, respiração rápida e continuação da estimulação podem ajudar a diminuir esta excitação. Muitos homens que começaram a se masturbar ou tiveram outra actividade sexual antes da puberdade relatam terem sido capazes de ter múltiplos orgasmos sem ejacular. Jovens crianças do sexo masculino são capazes de ter múltiplos orgasmos devido à falta de período de refração, até a chegada da sua primeira ejaculação, enquanto para crianças do sexo feminino é sempre possível, mesmo após o início da puberdade. Algumas evidências indicam que o orgasmos antes da puberdade dos homens são qualitativamente similares ao orgasmo "normais" experimentados pelas mulheres, sugerindo que as alterações hormonais durante a puberdade têm uma forte influência sobre as características do orgasmo masculino.

Orgasmo espontâneo

O orgasmo pode ser espontâneo, parecendo que ocorrem sem haver prévia estimulação direta. Os primeiros relatos deste tipo de orgasmo provêm de pessoas que tiveram lesões da medula espinal (SCI). Embora a SCI muitas vezes leve à perda de certas sensações e a alterações da auto-percepção, uma pessoa com esta perturbação pode não estar privada de sexualidade, como estimulações sexuais e desejos eróticos. Também se discute que algumas determinadas drogas antidepressoras podem provocar o clímax espontâneo como um efeito colateral

 

 

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Ejaculação Precoce

A ejaculação precoce (EP), também conhecida como ejaculação prematura ou pelo termo Latim ejaculatio praecox, é o problema sexual mais comum em homens afetando 20-30% deles. É caracterizada pelo déficit do controle voluntário sobre a ejaculação. Masters e Johnson definiram que um homem sofre de ejaculação precoce se ele ejacula antes de sua parceira atingir o orgasmo em mais de 50% de suas relações sexuais. Outros pesquisadores da área definiram a ejaculação precoce como no caso de o homem ejacular dentro de dois minutos de penetração; entretanto, uma pesquisa realizada por Alfred Kinsey nos anos de 1950s demonstrou que três quartos dos homens ejacularam dentro de dois minutos de penetração em mais da metade de suas relações sexuais. Hoje, a maioria dos terapeutas sexuais entendem a ejaculação precoce como o déficit do controle sobre a ejaculação, interferindo com o bem-estar sexual ou emocional de um ou ambos os parceiros.

Definições

Muitas definições para a ejaculação precoce foram propostas por investigadores individuais como Masters e Johnson e, mais recentemente, Waldinger. Além disso, muitas organizações profissionais, como a Associação da Psiquiatria Americana, Associação da Urologia Americana e a Associação Europeia de Urologia, propuseram as suas próprias definições. Essas definições incluem conceitos comuns como pequeno tempo de latência ejaculatória de cerca de 1-2 minutos, falta do controle sobre a ejaculação ou incapacidade de retardar a ejaculação, aflição pessoal, dificuldades interpessoais ou de relacionamento e insatisfação com a relação sexual. A definição mais utilizada é a do Manual Estatístico e de Diagnóstico dos Distúrbios Mentais: 

1) ejaculação persistente ou recorrente com um mínimo de estimulo sexual anterior, ou rapidamente após a penetração e antes que a pessoa deseje;

2) causa aflição notável ou dificuldades interpessoais; e 

3) não é exclusivamente causada devido a efeitos directos de uma substância.

 

 

Diagnóstico

Critérios de diagnóstico para a Ejaculação Precoce DSM-IV-TR (Associação de Psiquiatria Americana) A. Ejaculação persistente ou recorrente com uma mínima estimulação sexual anterior, na hora ou logo depois da penetração, ou antes que a pessoa deseje ejacular. O médico deve levar em conta fatores que afetam a duração da fase de excitação, como a idade, o afeto da parceira ou situação, e freqüência de atividade sexual recente. B. Os incômodos pela ejaculação precoce causa estresse ou dificuldades interpessoais. C. A ejaculação precoce não é exclusivamente devido a efeitos diretos de uma substância (por exemplo opióides)

Diagnóstico diferencial

A ejaculação prematura deve ser distinguida da disfunção erétil relacionada ao desenvolvimento de uma condição médica geral. Alguns indivíduos com disfunção erétil podem suas estratégias para atrasar o orgasmo. Alguns requerem uma prolongada estimulação (sem ser de coito) para desenvolver um grau de ereção suficiente para a penetração. Em algumas pessoas, o estimulo sexual pode ser tão grande que a ejaculação ocorre imediatamente. Problemas ocasionais com a ejaculação precoce que não são persistentes ou recorrentes ou não são acompanhados por estresse forte ou dificuldades interpessoais não são considerados como um problema real de ejaculação precoce. O médico também deve levar em conta a idade do paciente, experiência sexual, atividade sexual recente e o carinho da parceira. Quando os problemas com ejaculação precoce são causados exclusivamente por uso de substâncias, uma "disfunção sexual induzida por substância" pode ser diagnosticada.

Condições associadas

 

Problemas neurológicos, por exemplo esclerose múltipla 

Prostatites 

Desordens psicológicas 

Problemas interpessoais Estresse

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Ejaculação

Ejaculação é o instante em que o macho ejeta o sémen, geralmente, através de um órgão copulador.

Podendo ocorrer durante uma estimulação sexual, como o ato sexual quando deposita seus gametas no interior da fêmea ou durante a masturbação, assim como durante uma polução noturna que ocorre durante o sono.

Reprodutivamente, este processo tem como objetivo fecundar a fêmea e assim criar uma nova vida, perpetuando a espécie, mas pode ocorrer de forma recreativa durante a masturbação, ou ainda de forma acidental como na polução noturna.

O processo de ejaculação ocorre com uma sensação muito intensa, representando assim o clímax do orgasmo masculino, sendo extremamente agradável e satisfatório.

A anejaculação é a condição de não ser capaz de ejacular.

Fisiologia da Ejaculação

Após o macho estar suficientemente excitado para que o ato sexual ocorra, o aparelho reprodutor masculino começa a agir. Primeiro, há liberação do fluido pré-ejaculatório que tem como função de neutralização a acidez causada pelos vestígios de urina que a uretra ainda possa ter, além de também expulsar qualquer outro corpo estranho que esteja habitando a uretra no momento. No instante em que o pênis estiver totalmente turgido de sangue e a penetração for iniciada, estímulos nervosos fazem com que os espermatozóides presentes no epidídimo viajem pelo canal deferente e entrem em contato com duas outras glândulas: as vesículas seminais, que conferem aos espermatozóides açúcares nutritivos, como a glicose e a frutose, e as glândulas bulbouretrais (ou Glândulas de Cowper), que liberam um líquido viscoso para facilitar a locomoção dos espermatozóides. Então, o produto da ejaculação é expelido com violência pela uretra. 200 a 500 milhões de espermatozóides são lançados no interior da fêmea a cada ejaculação. O motivo da força com que os espermatozóides são ejaculados é para que eles não escapem da vagina, que possui um pH ácido, e penetrem o quanto antes no colo do útero para que sigam seu caminho até as tubas uterinas.

 

 

Fases

Ejaculação tem duas fases: saída e ejaculação propriamente dita. Na fase da saída o reflexo ejaculatório está sob controle do sistema nervoso simpático, ao passo que na fase da ejaculação propriamente dita está sob o controlo do reflexo espinal, na espinal nervos ao nível da S2-4 através do nervo pudendo. Um período refratário sucede a ejaculação e é precedido pela estimulação sexual

Saída 

Saída Durante a saída, os dois canais conhecidos como ductos deferentes são contraídos para impulsionar os espermatozóides dos epidídimos, onde foram armazenados, até a âmbula mais acima no final ducto deferente. O início da saída é normalmente visto como um "ponto sem retorno", também conhecido como ponto de ejaculação inevitável. Os espermatozóides, em seguida, passam pelo ducto ejaculatório e são reunidos com fluidos das vesículas seminais, da próstata, e da glândula bulbouretral para formar o sémen. Durante a ejaculação propriamente dita, o sémen é impulsionado através da uretra por contrações rítmicas.

A ejaculação propriamente dita 

A ejaculação propriamente dita é gerada pelo músculo bulbouretral, que promove contrações rítmicas. O orgasmo masculino típico dura cerca de 17 segundos, mas pode variar de alguns segundos até cerca de um minuto, consistindo de 10 a 15 contrações, que diminuem de intensidade e freqüência durante o orgasmo. Após o início do orgasmo, o sémen pulsionado começa a fluir a partir da uretra até atingir um pico para liberação e, em seguida, diminuição de seu fluxo. As contrações iniciais ocorrem num intervalo médio de 0,6 segundo, podendo chegar a 0,1 segundo por contração. As contrações da maioria dos homens se dão em ritmos regulares ao longo do orgasmo.

Tempo 

Tempo Um pequeno estudo de sete homens demonstrou que os primeiros jorros ocorrem na primeira contracção de 2 homens e na segunda contracção para 5 homens. Esse mesmo estudo mostrou que entre 26 e 60% das contracções durante o orgasmo foram acompanhados por um jorros de sémen.

Período refratário

A maioria dos homens passa por um tempo de espera entre os períodos propícios para ejacular. Esse período de tempo varia entre os homens, dependendo da idade — homens mais jovens geralmente recuperam a capacidade mais rapidamente do que homens velhos. Durante esse período refratário, é difícil ou impossível de se obter uma erecção, porque o sistema nervoso simpático neutraliza os efeitos do sistema nervoso parassimpático

Ejaculação e orgasmo

Devemos lembrar que a ejaculação e o orgasmo são coisas totalmente diferentes. A ejaculação é o momento em que o organismo lança os espermatozóides para fora através do pênis. Já o orgasmo é o momento de maior excitação e prazer durante a relação sexual, provocado por estímulos nervosos e físicos. O grande problema é que ambos acontecem quase sempre no mesmo instante, e por isso são freqüentemente relacionados como um só.

A quantidade de espermatozóides

O homem lança um número elevado de espermatozóides na ejaculação. O número de gametas liberados de uma única vez é devido à quantidade de obstáculos que eles enfrentarão dentro do organismo da fêmea. Uma vez dentro do organismo feminino, vários e vários espermatozóides morrerão devido ao pH ácido da vagina, prejudicial a eles. Os que escaparem penetrarão o útero e serão barrados pelo muco cervical, fazendo com que muitos fiquem para trás novamente. Os sobreviventes enfrentarão mais um obstáculo: a mucosa franjada do útero, levando às tubas uterinas. Os que vencerem mais esta etapa irão enfrentar o movimento dos cílios presentes nas paredes das tubas, em busca do óvulo. Até aqui o número de gametas já está bastante reduzido em relação aos milhões que foram lançados para fora instantes atrás.

Desenvolvimento da ejaculação durante a puberdade

A primeira ejaculação nos machos ocorre cerca de 12 meses após o início da puberdade, sendo a primeira de pequeno volume. A ejaculação típica nos três meses seguintes produz menos de 1 mL de sémen e a produzida durante o início da puberdade é tipicamente clara. Após essas ejaculações iniciais, o semén permanece gelatinoso, ao contrário do sémen de indivíduos adultos, que se liqüefaz. Na maioria das ejaculações iniciais (90%) há ausência de espermatozóides. Das poucas ejaculações iniciais que contêm esperma, a maioria dos espermatozóides (97%) não apresenta movimento e o restante dos espermatozóides (3%) têm movimento anormal. Com o avanço da puberdade, o sémen desenvolve características maduras como o aumento da quantidade de espermatozóides normais. O semén produzidos 12 a 14 meses após a primeira ejaculação se liqüefaz depois de um curto período de tempo. Dentro de 24 meses apos a primeira ejaculação, o volume de sémen e a quantidade e características dos espermatozóides correspondem ao sémen de um adulto.

Controle do sistema nervoso central

Para o mapeamento da ativação neuronal no cérebro durante a resposta ejaculatória, os investigadores estudaram a expressão de c-fos, expressão de um proto-oncogene em neurônios em resposta à estimulação por hormônios e neurotransmissores. Expressão de c-fos foi observada nas seguintes áreas: área preóptica medial (MPOA) septo lateral, bed nucleus of the stria terminalis Núcleo paraventricular do hipotálamo Hipotálamo ventromedial, medial da amígdala Núcleo pré-mamilar ventral (PMV) Tegumento ventral Campo tegmental central Mesencéfalo central cinzento Núcleo peripeduncular núcleo subparafascicular parvocellular, dentro do tálamo póstero.

 

 

 

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Ereção Peniana Noturna

A Ereção peniana noturna, também conhecida como ereção matinal (vulgarmente chamada de tesão de mijo) é um fenômeno relacionado à ereção noturna ou matinal do pênis, ocorrida nos seres humanos de sexo masculino.

Ao acordar pela manhã, o pênis da maioria dos homens fica ereto em função da vontade de urinar. Muitos idosos, portadores de disfunções eréteis costumam aproveitar-se dessa ereção involuntária para praticarem a masturbação ou fazer sexo com suas parceiras.

Todos os homens que não apresentem nenhum tipo de disfunção erétil têm cerca de três a cinco ereções por noite. Alguns podem considerar isso constrangedor, apesar de ser um fenômeno natural. Destaca-se que essas ereções penianas não estão diretamente relacionadas à ocorrência da Polução noturna.

 

 

 

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Polução Noturna

Polução Noturna é uma ejaculação involuntária que ocorre durante o sono. Ela resulta de uma excitação física genital que se manifesta nas fases REM (Rapid Eyes Moviment, ou movimento rápido dos olhos). Essa fase ocorre de uma a nove vezes por noite, variam de um minuto a uma hora e são as mais propícias ao sono. Se os homens tiverem sonhos eróticos durante esse período, tais manifestações involuntárias podem ocorrer. Elas são normais, saudáveis e não causam nenhum mal ao organismo. A natureza, situação envolvida ou personagens do sonho erótico não determinam necessariamente a preferência, orientação ou tendência sexual do indivíduo. A polução noturna ocorre em todas as idades, mas é disparadamente mais comum dos 10 aos 20 anos, justamente no período de maior inexperiência sexual e energia sexual reprimida ou insatisfatoriamente resolvida. Com o aumento da freqüência de atividades sexuais, elas tendem a diminuir e até cessar. O fenômeno parece ser uma maneira do organismo "se livrar" do excesso de sêmen acumulado já que é menos freqüente em quem ejacula regularmente por masturbação ou relação sexual. Não se conhece uma maneira eficiente de evitar os sonhos eróticos e nem se deveria tentar fazê-lo já que se trata de um aspecto normal da sexualidade. A primeira polução noturna que acontece nos meninos marca o inicio da adolescência.

 

 

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Ereção

A glândula pituitária, a próstata e o hormônio testosterona têm um papel importante no processo de ereção do pênis.

Uma ereção peniana acontece quando as duas estruturas tubulares que correm o comprimento do pênis, os corpos cavernosos, se tornam cheios de sangue. Isso pode ser resultado de qualquer um de vários estímulos fisiológicos. O corpo esponjoso é uma estrutura tubular simples localizada logo abaixo dos corpos cavernosos, que contém a uretra, através da qual a urina e o sêmen passam durante o ato de urinar e na ejaculação, respectivamente. O corpo esponjoso pode também ser preenchido de sangue, mas comparativamente menos que os corpos cavernosos.

A ereção peniana, geralmente ocorre a partir da estimulação sexual, mas também pode ocorrer em momentos em que a bexiga urinária está cheia ou espontaneamente durante o decorrer do dia ou noite. Uma ereção resulta do inchamento e aumento do pênis. A ereção possibilita a relação sexual de ocorrer e outras atividades sexuais como a masturbação, embora não seja essencial para todas as atividades sexuais.

Na presença de estimulação mecânica, a ereção é iniciada pela divisão parassimpática do sistema nervoso autônomo com uma mínima participação do sistema nervoso central. Os ramos parassimpáticos se estendem do plexo sacral até as artérias que vascularizam o tecido erétil; com a estimulação, esses ramos de nervo começam a liberar óxido nítrico (NO), um agente vasodilatador, nas artérias-alvo. As artérias então dilatam, preenchendo o corpo esponjoso e os corpos cavernosos do pênis com sangue. A ereção é cessada quando a estimulação parassimpática é descontinuada. A estimulação da divisão simpática do sistema nervoso autônomo causa a constrição das artérias do pênis, forçando para fora o sangue do tecido erétil.

O córtex cerebral pode iniciar uma ereção mesmo na ausência de uma estimulação mecânica direta (em resposta a um estimula visual, auditivo, olfatório, imaginado ou tátil, por exemplo) atuando através dos centros eréteis nas regiões sacrais e lombares da medula espinhal. O córtex cerebral pode cessar uma ereção mesmo na presença de estimulação mecânica, assim como fatores psicológicos, emocionais e outros ambientais.

O termo oposto à ereção é detumescência.

 

 

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